Qual deles merecemos?
“A despretensiosa intenção do autor não foi de produzir questões novas ou revolucionárias, mas, tão apenas, a de compilar o que já se escreveu sobre a temática que aborda Céu, Inferno e Purgatório, com alguns acréscimos decorrentes da sua visão pessoal – modestíssima, aliás – resultante dos ensinamentos bíblicos obtidos na vivência da prática cristã, sem se descuidar, um minuto sequer, daquela importante lição deixada pelo Apóstolo Paulo:
‘Em virtude da graça que me foi dada, recomendo a todos e a cada um: não façam de si próprios uma opinião maior do que convém, mas um conceito razoavelmente modesto, de acordo com o grau de fé que Deus lhes distribuiu. Pois, como em um só corpo temos muitos membros e cada um de nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro. Temos dons diferentes, conforme a graça que nos foi conferida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é chamado ao ministério, dedique-se ao ministério. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de exortar, que exorte; aquele que distribui as esmolas, faça-o com simplicidade; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade.’” (Rm 12,3-8)
