Que cada leitor, tendo-se, algum dia, identificado como o filho mais novo que parte… e gasta tudo de forma dissoluta; ou se identificando com o filho “mais velho” (que ali sempre está, mas que reclama de tudo, critica à todos, e nem sempre respeita a conversão dos irmãos) possa, algum dia, em seu processo de amadurecimento humano e cristão (espiritual) chegar a viver.
